domingo, 6 de outubro de 2013

Repaginado com a técnica do mestre Caldas


Príncipe Valente: do Uruguai para o Mundo

Recentemente, referi-me a uma obra da Libri Impressi que apenas foi editada em castelhano, Cisco Kid. Os leitores certamente se aperceberam que, mesmo para quem nunca estudou a língua, a mesma não é um entrave para a compreensão total das aventuras e desventuras do western desenhado pelo mestre Salinas.
O que talvez nem todos saibam é que uma editora uruguaia, a La Imprenta, tem editado livros do Príncipe Valente de Hal Foster, restaurados pelo português Manuel Caldas. Ao todo já foram publicados dois livros, estando o terceiro previsto para novembro.
As boas notícias para os bedéfilos portugueses que interromperam a sua coleção após o lançamento do 6.º volume da série, é a de que os volumes uruguaios a que me referirei correspondem ao que seria o volume 7 e seguintes.
O primeiro intitula-se La Reina y el Escudero e abarca o biénio 1949-1950 (clique-se nas imagens para visualizá-las com maior tamanho):
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Nestas imagens do volume publicado em setembro de 2011 está patente o laborioso trabalho de restauração de Caldas.
O volume seguinte foi lançado em março deste ano e intitula-se Los Hijos de Odín, onde estão reunidas as pranchas do biénio 1951-1952. Registe-se que a  prancha 828, datada de 21 de dezembro de 1952, com a visão de Valhalla, a que me referi quando abordei a obra El rescate emocional de un clásico: ‘Prince Valliant’, la obra cumbre de Hal Foster de Eduardo Martínez-Pinna, se encontra colorida, de modo a ser possível apreciar na totalidade a terceira vinheta e o seu jogo de cores. Clique nas imagens para as visualizar com maiores dimensões (apesar dos textos destes previews se encontrarem em inglês, na obra encontram-se em espanhol).
PV8PV8aPV8bPV8cPV8dPode realizar as encomendas no site da editora uruguaia, aqui. A continuação das boas notícias é que os volumes são impressos em Portugal, pelo que o valor dos portes não afugentará os bedéfilos nacionais.

2 pensamentos em “Príncipe Valente: do Uruguai para o Mundo

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    Com todo o meu respeito ao trabalho do Caldas, se ele não vai fazer uma edição em portuguiês, que faça uma edição maltesa (língua oficial: Inglês) e publique em inglês. Não vou comprar uma edição de uma obra cuja língua original eu domino perfeitamente em uma língua que eu não domino tão bem, ainda mais quando ela é editada e impressa no meu país natal!
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      Caro Pedro:
      Eu tenho algumas obras de BD em línguas que não domino minimamente devido à obra não estar disponível em línguas que me sejam mais familiares ou por estar interessado numa particularidade da edição em causa. Neste livro, o que está em causa é o magnífico restauro realizado, independentemente da língua. Felizmente, ler em espanhol não é difícil. Mas entendo perfeitamente o teu ponto de vista, dado o original ser em inglês.
      Abraço,
      Nuno

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